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DRAGAGEM DO PORTO DE SANTOS
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DRAGAGEM::

Monitoramento identifica presença de tartarugas no canal do porto

A SPA realiza, periodicamente, o monitoramento de quelônios (tartarugas) no interior do estuário de Santos. O objetivo é obter informações sobre a presença das tartarugas marinhas na região de influência das atividades de dragagem no canal do porto, mapeando a presença desses animais e identificando suas fontes de alimentação para avaliar eventuais impactos da dragagem nessas áreas.

Na costa brasileira, são encontradas cinco das sete espécies de tartarugas marinhas existentes no mundo todo: tartaruga-verde (Chelonia mydas), tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) e tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea), todas classificadas como 'ameaçadas de extinção' na lista vermelha da IUCN (International Union for Conservation of Nature) e também na lista nacional de espécies aquáticas ameaçadas de extinção.

As tartarugas marinhas são fundamentais para o equilíbrio do ecossistema marinho costeiro, por se alimentarem dos bancos de algas, crustáceos, moluscos, peixes, esponjas, águas-vivas entre outros invertebrados marinhos e, portanto, contribuem para a manutenção da saúde do ambiente.

Os resultados demonstram que os avistamentos são frequentes e que a dragagem do Porto de Santos não afeta a presença de tartarugas na região. Segundo os técnicos, a pesca irregular ainda representa a maior ameaça a este tipo de animal.

O monitoramento faz parte das condicionantes da Licença de Operação (LO Nº 1382/2017) e é realizado por técnicos de empresa terceirizada, contratada pela SPA, a bordo de uma embarcação que percorre quatro pontos de verificação, um na entrada do canal e três em seu interior.

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